A pretexto de ir apoiar a equipa de futebol do país, na conquista heróica de um campeonato do mundo, o senhor primeiro-ministro conseguiu ir três vezes aos Estados Unidos em pouco tempo, como se a sua presença nos jogos fosse um factor de peso para as vitórias a haver.
Se, em média, cada viagem (de ida ou de volta) demorasse dez horas, veja-se o tempo que sua excelência gastou por motivos que não se percebem, senão pela vaidade, pela propaganda e pela ausência de noção das prioridades e… do ridículo.
Entretanto, os cidadãos vive(ra)m a angústia dos fogos e as preocupações com os exames nacionais, somadas àquelas que são intrínsecas e permanentes, como as urgências e as maternidades, entre outras.
Mas o que importa isso?
O pontapé na bola é que é.
José Batista d’Ascenção

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