Agosto nosso. P’rà família e p’ròs amigos. Para as festas, para as praias ou os campos. Para os abraços. Em celebração e comunhão.
Se a dor não se sobrepuser, que durmam os relatórios médicos.
Viremos costas à imensa confusão do (que devia ser o) nosso ensino (esqueçamos o termo “educação”), à miseranda justiça que temos, à falta de ética e incompetência de (des)governantes e dos políticos da oposição (a quê?, como?, com que objectivos?), particularmente os extremistas patéticos (e perigosos).
Ademais, esperemos que as temperaturas nos poupem à desgraça aterradora dos incêndios.
Não corras demasiado depressa, Agosto. Deixa-nos saborear os teus dias, cada minuto, do início ao fim.
Vinde, filhos e netos, vinde.
Deleita-te coração, que a doçura maior está prestes.
José Batista d’Ascenção

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